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domingo, 29 de março de 2020

Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

A epidemia de um vírus altamente infeccioso
causará mais estragos que a bomba atômica (Bill Gates)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Já tinha acontecido algo parecido na ECO-92 e vem se repetindo nas assembleias planetárias da ONU sobre o estado do clima planetário.

Por exemplo, durante a reunião dos chefes de Estado na Rio+20, em 2012, 105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” para diminuir a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra e vem sendo levantado novamente com o pretexto do novo coronavírus. Uma conferência TED de Bill Gates em 2015 foi trazida de novo à primeira página dos maiores sites do mundo. O magnata acena com um vírus assustador que favoreça essa drástica redução dos humanos.

Não é a primeira vez que esse objetivo pasmoso é enunciado publicamente. O perigo está em que ele possa passar em meio à confusão em que se debate o mundo objeto de uma pandemia a a persistente propaganda para uma futura reorganização mundial que permita um “desenvolvimento sustentável”.

De fato, a militância ecologista prega há tempos que a humanidade atingiu um número “insustentável”. A “capacidade de carga” de seres humanos do planeta teria estourado -- perdão por transcrever estas bobagens, mas elas superam às que presidiam os campos de concentração da II Guerra Mundial -- e a “Vingança de Gaia" com pestes e catástrofes se faria sentir como profetizou Lovelock.

Com argumentos especiosos expostos com graus de radicalidade diversa, a turma verde/vermelha trabalha para que a Eco 92, a Rio+20 e muitos outros encontros planetários, inclusive no Vaticano, adotem em suas declarações finais políticas decididas para reduzir o gênero humano.

É o que temem numerosas organizações pela vida no mundo inteiro. Elas apalpam a ameaça  rastejando entre as sinuosidades das discussões desses eventos.

O tema é explosivo e os representantes governamentais evitam falar de público.
Antonio Delfim Neto
“Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”, chegou a declarar recentemente o ex-ministro, embaixador e deputado Antonio Delfim Neto. (“O Globo”, 11.5.2012)

Paul Ehrlich
“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ...

“Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”, insiste há já tempo Paul Ehrlich no livro “The Population Bomb” (Ballantine Books, 1968) considerado uma das “Bíblias” do ambientalismo.

“Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”, acrescentou David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!', citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990.

David Attenborough
E o estarrecedor objetivo foi mais recentemente confessado por David Attenborough, diretor da Ong 'The Optimum Population Trust':

“Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia.

“É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana. Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009).

John Holdren
John Holdren, então assessor para Ciência do presidente Obama não ficou na teoria e propôs um método de ação para reduzir compulsoriamente a humanidade:

“um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis.

“Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos.

“ Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países.

“E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’”.

Ted Turner,
E Ted Turner, o magnata da mídia fundador da CNN, avançou números: “o ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”

Estas propostas que soam como altamente criminosas não passariam de frases de extravagantes membros do “jet-set” ou da política se não tivessem encontrado eco nas mais altas esferas das Nações Unidas, sob cuja égide acontece Rio+20.

Ex-frei Leonardo Boff, "teólogo" do ambientalismo anti-humano
O ex-frade Leonardo Boff transformou esse viés anti-humano em “teologia”.  E foi convidado oficialmente a expô-la na 63ª sessão da Assembleia Geral da ONU (22.4.2009) para fundamentar o projeto que instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra aprovado pela unanimidade dos 192 representantes presentes.

O ex-frei apelou para uma muito contestável e cerebrina suposição – The Earth Overshoot Day, ou Dia da Ultrapassagem da Terra – segundo a qual em 29.7.2019 a Terra ultrapassou os recursos que necessitamos para viver.

Direto: não sustenta mais a humanidade.

Desde então, segundo o teólogo da libertação, a situação só piora.  

“Já encostamos nos limites físicos da Terra. Um planeta finito não pode suportar um projeto infinito”. Obviamente, nem explicou como faz para se sustentar, se é incapaz de fazê-lo.

O “teólogo” excogitou um sofisma panteísta para dizer o que não é dizível sem apelar para Hitler, Stalin ou Mao: a Terra é um só ser vivo, independente do número dos homens.

“Ela mesma é viva – pregou –, um superorganismo que se autoregula para manter um equilíbrio favorável à existência e à persistência da vida. (...) aduzamos um exemplo do conhecido biólogo Edward Wilson: “num só grama de solo, ou seja em menos de um punhado de terra, vivem cerca de 10 bilhões de bactérias, pertencentes a seis mil espécies diferentes” (A criação, 2008, 26).
Delírios extremistas entram na grande mídia
Delírios extremistas entram na grande mídia

Os bilhões podem desaparecer ou aparecer, a vida perdura. “O ser humano representa aquela porção da própria Terra que, num momento avançado de sua evolução e de sua complexidade, começou a sentir, a pensar e a amar. (...) o ser humano é a Terra...”

Os indivíduos que sentido fazem nessa visão ecolo-panteísta? São mero número que pode aumentar ou diminuir segundo cálculos estatísticos do governo universal “verde”.

Pasma, entretanto que os mesmos slogans anti-humanos tenham sido assumidos pela revista “Veja” no artigo “Gente um tabu a ser enfrentado”  no número especial sobre “As reais questões ambientais que afetam as pessoas aqui e agora foram esquecidas” (20.6.2012).

Quando afirmações dessa ferocidade saem das câmaras obscuras da utopia e aparecem à luz do dia, é sinal que a hora do investida final chegou.

No blog de Jeanne Smits encontramos a fórmula com que se tenciona efetivar esse viés anti-humano ou anti-humanidade na Rio+20. Essa análise, não é só de Jeanne Smiths mas de muitos outros grupos que vêm lutando pela vida no mundo todo.

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena demagógica da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Eis a fórmula expressa na linguagem hiper-técnica dos documentos da Onu, sob a qual se esconde o plano, segundo Smiths:

“Fornecer o acesso à saúde reprodutiva integral e programas de planificação familiar para todos. Esta questão exige verbas suplementares substanciais e uma atenção política por porte dos governos e dos doadores internacionais”.

A campanha para reduzir a humanidade será acrescida por uma “nova economia verde” mal explicada que visa reduzir também os “estilos de consumo nefastos”.

Feng Jianmei grávida de seu segundo filho
foi pega pela polícia e obrigada a abortar.
A China está na frente do controle compulsivo da natalidade
para reduzir drasticamente a população.
Na foto: a jovem mãe com o cadáver do filho.
O presidente do grupo de academias que citamos no início do post, Charles Godfrey, membro da Royal Society britânica declarou à imprensa:

“Durante tempo demais a população e o consumo ficaram afastados do debate por causa de seu aspecto sensível do ponto de vista político e ético.

“Mas, são questões que mexem com os países desenvolvidos e os países em via de desenvolvimento e nós temos que assumir a responsabilidade conjunta”.

“É preciso puxar as alavancas que determinam o tamanho das famílias.

“Não dá para salvar o ambiente sem uma política de programas de saúde reprodutiva”, comentou Lori Hunter, demógrafa que age nos ambientes da ONU.

“O ser humano, eis o inimigo!”, resumiu Jeanne Smits entre espantada e horrorizada diante dessas teorias e estratégias. Não é para menos neste tempo -- tal vez de exagero -- do coronavírus.


domingo, 22 de março de 2020

Ambientalismo é imoral: estagna na miséria e atenta contra a humanidade, diz ex-prof. do MIT

Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Um dos mais prestigiosos cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), hoje aposentado, virou ovelha negra depois de “mudar de lado”, como ele mesmo diz.

Assinante dos primeiros relatórios do IPCC, ele passou a criticar seus modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental.

Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos.

Sua mudança de posição lhe  angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, tinha contado ele há anos em entrevista ao Globo, por telefone, desde seu laboratório em Cambridge, Massachusetts.

— O senhor acredita que o dióxido de carbono é um gás de efeito estufa cuja concentração está aumentando e provoca um processo de aquecimento global?


RICHARD LINDZEN — Para começar, vamos deixar algumas coisas claras. É claro que o CO2 é um gás do efeito estufa, que sua concentração aumentou nos últimos 150 anos, que provoca leve aquecimento do planeta e que o homem tem influência nisso.

Tudo isso nunca esteve sob questão, todos os cientistas climáticos sérios acreditam nisso. O que não está claro é se tudo isso terá as implicações alarmantes que vemos apresentadas como fatos científicos.

Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Prof. Richard S. Lindzen,
professor do Dep. de Meteorologia do MIT
As pessoas não veem que o argumento principal é outro, que isso está sendo usado como razão para dizer que o desastre está a caminho e temos de destruir nosso atual sistema de energia para evitá-lo.

O que vemos é a extrapolação de algo que é trivial para uma alegação de que a Terra está em perigo.

Mas a ação humana não está alterando o equilíbrio da Terra?

— A Terra nunca está em equilíbrio. O planeta é um sistema dinâmico que está sempre mudando.

Se um dia ela parar de mudar, aí sim saberemos que estamos com problemas. A questão é como estamos lidando com isso.

Não há evidências de que há uma grande sensibilidade do clima ao CO2. Não há nada que comprove os modelos climáticos de que a Terra vai se aquecer muito e que isso terá consequências catastróficas.

E quanto aos dados que mostram que na última década tivemos alguns dos anos mais quentes já registrados?

— O que as pessoas não percebem é que os registros não mostram um aquecimento significativo nos últimos 15 anos, como deveria acontecer de acordo com as previsões dos modelos climáticos do IPCC.

A temperatura média global subiu um pouco até 1995, mas desde então ela está estacionada nesse nível mais alto e não se moveu. Assim, os modelos têm que ser ajustados para refletir isso.

É como um aluno fazendo uma prova já sabendo seu gabarito. Ficar ajustando constantemente os modelos para que eles se conformem à realidade não é ciência, é fraude.

Além disso, os registros não são tão longos e nem tão precisos para que possamos afirmar que a Terra está mais quente do que em qualquer momento anterior da História.

Mas esse aquecimento, mesmo leve, não é preocupante?

— A elevação calculada da temperatura média global nos últimos 150 anos, de entre 0,7 e 0,8 grau Celsius, não é nem de longe significativa.

Quanto a temperatura varia do dia para a noite no Rio de Janeiro?

Aqui em Boston, essa variação supera em muito os 10 graus.

Então, estamos falando de uma mudança muito pequena na temperatura média global e é uma loucura dizer que isso é o fim do mundo.

Sua crítica então é quanto ao discurso em torno das mudanças climáticas?

Ambientalismo condena o Brasil à estagnaçao e à miséria, diz Lindzen.  Na Rio+20 pedem "decrescimento". Foto Marcello Casal Jr-ABR
Ambientalismo condena o Brasil à estagnaçao e à miséria, diz Lindzen.
Na Rio+20 pedem "decrescimento". Foto Marcello Casal Jr-ABR
— Exato. O movimento ambientalista é imoral. Com seu discurso, estamos negando a bilhões de pessoas a possibilidade de ter acesso a energia para viver decentemente e, com a política que os ambientalistas querem implementar, elas nunca terão.

É claro que todas as pessoas gostam de ter ar e água limpos, um ambiente agradável para se viver. Então, qual o significado de se ter um movimento em torno de questões em que todos concordam?

Sua finalidade é empurrar uma agenda política que prevê zero de crescimento populacional, impede o desenvolvimento dos países mais pobres etc.

Como podemos dizer para os países da África que eles não podem usar combustíveis fósseis para melhorar a qualidade de vida da sua população? Vamos atrapalhar o crescimento da China, da Índia ou do Brasil porque tememos sua concorrência?

Em Paris, os caminhões de lixo são verdes, e os garis vestem roupas verdes. É este o tipo de emprego verde que eles querem criar?

O mundo então não deve conter as emissões de carbono?

O CO2 não tem nada a ver com ar limpo. Carbono é do que eu, você, todo mundo é feito, ele não é um poluente. Ao se focarem nisso, as discussões esquecem os verdadeiros poluentes, muito mais perigosos.

O CO2 é essencial para a existência da vida, para o crescimento das plantas. Como podemos chamar de poluente algo de que precisamos tanto?

A diabolização do CO2 é imoral. O CO2 é o gás da vida, diz o prof. Lindzen.
A diabolização do CO2 é imoral. O CO2 é o gás da vida, diz o prof. Lindzen.
Mais uma vez, a questão é explorada politicamente para assustar as pessoas. Recentemente, correu nos EUA a história de abaixo-assinados que pediam o banimento de um perigoso composto químico, o monóxido de di-hidrogênio.


Várias pessoas assinaram sem perceber que na verdade estavam pedindo o banimento da água! Elas estavam apenas querendo se livrar de uma coisa que dizem que é um problema sem ao menos entendê-lo.

É assim que o discurso do aquecimento global está sendo usado. Os ambientalistas dizem que dois e dois são quatro e logo perguntam: “O que fazer?”


A influência humana no clima pode então ser negligenciada?

— Acho que provavelmente contribuímos com algo entre 0,25 e 0,5 grau Celsius do aquecimento calculado nos últimos 150 anos e devemos acrescentar mais ou menos o mesmo nos próximos 200.

Minha pergunta é: quem disse que isso é um problema? Por que o aquecimento global é tratado como o fim do mundo?

Mas também não estamos vendo um aumento de eventos climáticos extremos?

— Na verdade, não. Eventos extremos sempre ocorrem em algum lugar do mundo todo ano. Os EUA, por exemplo, não veem um grande furacão desde o Katrina (em 2005), o que segundo os modelos alarmistas deveria ser cada vez mais frequente.

Mais uma vez, não se percebe que o que alimenta as grandes tempestades é a diferença de temperatura entre os trópicos e os polos e que, com o aquecimento global, essa diferença tende a diminuir. Com isso, teremos menos e não mais tempestades severas. Mas esse discurso não assusta ninguém, enquanto dizer o contrário parece excitante.

Novamente, é um uso político do discurso ambiental?

Políticas ambinentais contra o aquecimento global são perigosas, diz prof. do MIT
Políticas ambinentais contra o aquecimento global são perigosas, diz prof. do MIT.
Na Rio+20 contra o desmatamento. Foto Marcello Casal Jr-ABR
— Sim. Pode-se usar mal a linguagem, o que é um erro, ou dizer o oposto da verdade, o que é uma mentira deslavada.

Temos um mundo que está progredindo, mas achamos uma vergonha o que estamos fazendo. Isso sim que é insano e extremo.

O aquecimento global em si não é perigoso, mas as políticas que estão sendo propostas para combatê-lo é que certamente são perigosas. Elas vão manter as pessoas pobres e sem acesso à energia barata.

E, mesmo que se acredite nas previsões catastróficas, as políticas propostas não terão efeito nenhum. Para realmente fazer alguma diferença, seria necessário reduzir em 60% a 70% as emissões de gases-estufa, o que para os EUA e a Europa significaria voltar para o início do século XX.

Enquanto para Brasil, Índia ou China seria parar totalmente de crescer.


Precisamos esquecer o clima e nos focar nos problemas reais da Humanidade, como eliminar a malária ou garantir o acesso de todos à água limpa. Tudo isso custaria muito pouco e pode ter um grande efeito na qualidade de vida das pessoas.

Combater as mudanças climáticas está tirando recursos que seriam mais bem usados em outras questões mais importantes.

(Fonte: O Globo, “‘O movimento ambiental é imoral’, diz Richard Lindzen”) 



domingo, 15 de março de 2020

Na França, lobos “protegidos”
proliferam e dizimam rebanhos

Lobos em parque francês
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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Após intensa pressão “verde”, a França repovoou seu território com lobos, que se tornaram “espécie protegida”.

Mas eles se multiplicaram tanto e estão fazendo tanto dano, que o país aplicou no período 2013-2017 um “Plano Lobo” para conte-los de alguma forma.

Só em 2012, os 250 lobos controlados atacaram 5.848 animais de criação, informou o jornal de Paris “Le Figaro”.

No jargão burocrático, a França tentaria uma “gestão diferenciada” dos predadores em função das regiões e dos rebanhos.

“Preferiríamos sempre um plano democrático – como se os lobos fossem sensíveis à democracia – antes que o projeto fosse aprovado”, explicou Benoît Hartmann, representante da associação France Nature Environnement.

Lobo ibérico
No projeto, os senadores aprovaram a criação de “zonas de proteção reforçada contra o lobo”.

Frase rebuscada para dizer que os pastores poderão matar as feras sem autorização prévia.

“O governo deveria se opor a essa lei”, disse Delphine Batho, ministra socialista de Meio Ambiente.

Ela insistiu que os predadores estão protegidos pela Convenção de Berna.

Mas a cólera dos criadores de ovelhas assusta o governo.

Os lobos foram reintroduzidos na década de 90 na região dos Alpes.

Em poucos anos eles ampliaram em 25% sua área de ataque.

Em 2008 atacaram “apenas” 2.680 animais, em 2011 fizeram 4.920 vítimas, e em 2012, 5.848.

O governo tentou apaziguar as críticas permitindo “novas modalidades de cálculo” para aumentar o número de lobos que podem ser abatidos cada ano, explicou a contragosto a ministra do Meio Ambiente.

Entretanto, havia malandragem no texto, tendo a ministra verde limitado a 11 o abate dos lobos no período 2012-2013.

Lobos cinzas (Canis lupus) em Yellowstone, uma espécie espalhada pelos verdes na França
Lobos cinzas (Canis lupus) em Yellowstone, uma espécie espalhada pelos verdes na França
As intrigas burocráticas, especialidade dos ecologistas amantes da natureza, acabaram dando no pior: em novembro de 2019 a onda invasora que havia partido dos Alpes chegou até o Atlântico e tinham sido visualizados lobos predadores em cinco novas regiões, informou "Le Monde".

Segundo The National Geographic: os lobos estavam aumentando de maneira exponencial, tendo o governo contabilizado pelo menos 530 exemplares em 2019.

Os estragos cresceram na mesma proporção. Lobo não é bichinho de conto de Chapeuzinho Vermelho, mas animal perigoso para os animais e para os homens.

Mas, o ecologismo radical tem uma estranha afinidade com tudo o que mata e destrói as vidas e a produção bem organizada.


domingo, 8 de março de 2020

Cristandade: a resposta aos desafios da Amazônia

Al Gore finge não querer pobreza na Amaônia, mas faz tudo para piorá-la
Al Gore finge não querer pobreza na Amazônia, mas faz tudo para espalhá-la
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Al Gore, guru do alarmismo ambiental, tentou responder o comentário de Paulo Guedes, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, quando o Ministro da Economia afirmou ser a pobreza o maior inimigo do ambiente, segundo publicou a "Folha de S.Paulo".

Qualquer que seja a preferência político partidária, não é possível negar a procedência do pronunciamento do ministro brasileiro.

As descrições feitas do meio ambiente da Gália, hoje França, pelos primeiros civilizados que penetraram em seu território são apavorantes.

Para ficar curado de um possível espanto, basta conferir o relato “De Bello Gallico”, descrição da conquista do território feita pelo famosíssimo general romano Júlio César.

Pântanos, bosques, bárbaros com a cabeleira que lhes cobria os rostos e, supremo sinal de terra agricolamente desprezível para os romanos, não crescia nem o trigo nem a uva, escreve Júlio César.

A obra da civilização cristã, porém, em cuja testa se colocaram decididamente os mosteiros, sobretudo os beneditinos e seu ramo de Cluny, transformou aquela terra maldita num oásis de beleza, produção e requinte que é a França atual.

Mas Al Gore não quer saber de nada disso.

Ele dá as costas às boas lições do passado, engajando-se furiosamente contra uma causa simpática.

Boa Vista, exemplo do esforçado avanço dos verdadeiros brasileiros longe dos embustes ecológicos.
Boa Vista, exemplo do esforçado avanço dos verdadeiros brasileiros
longe dos embustes ecológicos.
“Hoje é amplamente entendido que o solo na Amazônia é pobre. Dizer às pessoas no Brasil que elas vão chegar à Amazônia, cortar tudo e começar a plantar, e que terão colheitas por muitos anos, isso é dar falsa esperança a elas”, afirmou.

Ele tem uma parcela de verdade, mas ignora as grandes lições do passado e conclui uma suprema estupidez, pois é certo que há terras de grandes florestas que não são de grande qualidade. Cfr. Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto

Basta ter estado nelas, aliás onde os ecologistas de salão frequentam pouco.

É verdade, contudo, que a ação benéfica dos homens pode transformar um território assustador num vergel admirável como se deu com a França.

O Fórum de Davos se concentrou em 2020 na preservação ambiental, com ênfase na Amazônia.

A reunião transcorreu em pleno inverno nos Alpes suíços, mais uma região que pode ser incluída na maravilhosa ação transformadora do homem e da civilização cristã.

“Os brasileiros, desde sempre, falam que não querem que outras pessoas se metam na questão amazônica. E isso deve ser respeitado”, teve de reconhecer o ex-vice-presidente americano para se proteger das críticas.

Mas logo depois retomou a sua falação fazendo o contrário do que acabava de dizer para se imiscuir nas questões brasileiras e criticando o ministro Paulo Guedes que havia apontado a pobreza como inimiga do ambiente afirmando a maior das obviedades que possa haver, ou seja, que o País primeiro precisava resolver outros problemas.

O bem do homem passa por cima do bem da mata, e se o combate à pobreza postula diminuir a mata, diminua-se a mata! Desmate-se!

No desmatamento hoje podem entrar interesses diferentes, como de fato entram com multinacionais estrangeiras de países ricos.

Mas se deve analisar os casos sem demagogia visando o bem comum.

Agronegócio leva prosperidade à Amazônia.
Agronegócio leva prosperidade à Amazônia.
Aliás, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sempre dizia que se fosse verdade que a floresta amazônica salva o clima da Terra, os países beneficiados deveriam recompensar financeiramente, e, de modo proporcional, o Brasil por esse bem prestado.

Mas Al Gore não procura uma solução equilibrada para os problemas que apresenta, e trabalha por uma ideologia de fundo comuno-tribalista que vai miserabilizar essa região que promete tanto.

No final de sua arenga, Gore também alfinetou o presidente americano, Donald Trump, que pedira que as pessoas rejeitassem o alarmismo ambiental.

A militância política de esquerda é sempre dominante nesse bonzo dos exageros ecologistas.

“Sabemos o que precisa ser feito, para frear o aquecimento global. O que falta é vontade política”, disse Gore, confessando a verdadeira preocupação que o anima: a política, de esquerda ou extrema esquerda de preferência...


domingo, 1 de março de 2020

Psicólogo de Harvard indaga:
“A Alemanha perdeu a razão?”

Steven A. Pinker, professor de Psicologia em Harvard
indaga se a ecologia fez a Alemanha perder a razão
Luis Dufaur
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Meu Deus, será que os alemães perderam a razão? – Foi a pergunta levantada pelo professor e psicólogo de Harvard, Steven A. Pinker, em reportagem à revista Der Spiegel, e citada pelo The New York Times International Weekly, em sua edição de língua castelhana.

Confesso ter levado um choque ao ler isso. Sem dúvida a cultura alemã conta entre suas glórias a de ter elevado às culminâncias o valor da lógica e da racionalidade.

Mas, o professor de Harvard apoia muito bem a sua pergunta quanto à decisão do governo alemão – aliás já de alguns anos – em abandonar a energia nuclear.

Decisão que qualificou rombudamente de “paranoica”.

Com efeito, se a Alemanha quiser realmente conter as mudanças climáticas sem bloquear seu crescimento econômico, o que ela precisa – junto com o mundo inteiro – é de mais energia nuclear, e não menos.

Pinker acha que se trata de “uma experiência singular essa de eliminar gradualmente a energia nuclear e das usinas a carvão”, de modo que o último reator alemão deixe de operar pelo fim de 2022, e a última usina a carvão no ano 2038.

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Chefe-geral do monitoramento por satélite da Embrapa: “a agricultura é a salvação” para a Amazônia

Evaristo Eduardo de Miranda

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Uma confissão: no nosso blog estamos habituados ao realejo ecologista obsessivo contra o progresso e contra o Brasil, especialmente quando falam da Amazônia.

E o realejo comuno-tribalista e progressista "católico" girou até ensurdecer a propósito do Sínodo Pan-Amazônico de Roma, outubro 2019.

Mas qual foi nosso pasmo ao ver que já em 16 de setembro 2008 tínhamos publicado a excelente refutação a esses ideologizados e malevolentes sofismas ecologistas e "progressistas católicos".

Refutados, e a verdade do Brasil defendida, por um cientista com o domínio e conhecimento da matéria como é o Prof. Evaristo de Miranda.

Decidimos republicá-la como há 12 anos. 


Leiam, não tem desperdiço! 

Não há nada a mudar passados esses anos, e só há a cumprimentar ao Dr Evaristo pelo grande serviço prestado ao Brasil ameaçado pela ofensiva "verde" (por fora, porque por dentro é tão vermelha como nos tempos de Marx e Stalin, ou de Teilhard de Chardin e da Teologia da Libertação)


Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), defendeu a tecnologia (inclusive os transgênicos) para garantir o abastecimento mundial de alimentos e evoluir na produção de biocombustíveis, em entrevista para National Geographic Brasil. A matéria se encontra no site EvaristodeMiranda.com.br.

Miranda não aceita que a mídia – e até certos pesquisadores – tratem o Brasil como o grande vilão do planeta com o pretexto do desmatamento na Amazônia.

“Somos o país que mais preserva florestas nativas, com a matriz energética mais limpa, o que menos emite CO2 por quilômetro quadrado e por habitante”, disse.

“Se a agricultura ainda emite gases de efeito estufa, sobretudo em regiões primitivas e pouco tecnificadas, nas terras do agronegócio ela é solução para o aquecimento global. Sobretudo no caso do Brasil” explicou ele.

Sobre a cana afirmou: “a cana é uma planta extraordinária. O açúcar e o álcool são feitos basicamente de carbono, hidrogênio e oxigênio com a energia solar.

“A cana retira esses produtos do ar, e é um cultivo que não esgota a terra, como muita gente pensa. É uma cultura que fica no campo por seis anos.

“Isso é sinônimo de proteção ao solo, por causa de sua grande massa verde e suas raízes profundas. (...)

“Não fosse a alternativa do álcool, a qualidade do ar dos grandes centros urbanos brasileiros estaria insuportável, muito pior do que hoje. E não é só. Em parte das usinas de cana do país, o bagaço é usado para gerar energia elétrica – uma fonte que já representa 4% dessa energia no Brasil”.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Reciclagem do lixo: a grande mentira

Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso. E não é o único...
Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso.
E não é o único...
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A reciclagem do lixo, bandeira do ambientalismo, resultou uma grande mentira, pelo menos na Espanha, segundo a ONG ecologista Greenpeace no relatório “Maldito Plástico” por ela elaborado e citado no site Websegur.com.

Greenpeace demonstra que Ecoembes uma celebrada ONG meioambiental muito conhecida na Espanha que age “sem ânimo de lucro para cuidar do meio ambiente a través da reciclagem e do ecodesenho dos vasilhames na Espanha” mente desinibidamente.

E o pior é que faz isso tendo obtido o monopólio da gestão do lixo com gigantescos acordos com os órgãos do governo para criar uma “Espanha limpa”.

Mas por trás há uma enorme falcatrua. Diz recuperar o 77% dos envases plásticos, e só recupera o 25% deles.

Basta olhar as acumulações de lixo plástico em ruas, lixões, rios e mares, diz Greenpeace.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Todos os períodos estivais no Golfo do México são marcados pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

Em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  (referia-se ao de 2017) é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Escandinávia faz bom vinho: exemplo de adaptação à mudanças de clima

A etiqueta de vinhos de Skaersogaard registra a origem controlada da região de Dons.
A etiqueta de vinhos de Skaersogaard
registra a origem controlada da região de Dons.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Um moderado aumento das temperaturas, como por exemplo se verificou no chamado Período Quente Medieval, está longe de ser um mal, e é preferível a um esfriamento das temperaturas médias.

Os especialistas em clima têm ressaltado esse fato essencial.

Os alarmistas do aquecimento global, cegados pelo seu ideologismo de esquerda, não vem ou escondem essa realidade.

Neste blog temos citado vários climatologistas de reputação como o Prof. Luis Baldicero Molion, que refutando os alarmismos do aquecimentismo, manifestam ser mais benéfico para a humanidade uma tendência ao aquecimento do clima, embora não esteja acontecendo.

No filme “The Great Global Warming Swindle” (“A grande Farsa do Aquecimento Global”) podemos ver e ouvir renomeados cientistas defendendo idênticas posições e com simpáticos exemplos históricos.

domingo, 26 de janeiro de 2020

Amor pela música barroca no Chaco e Amazônia exorciza tribalismo comunista

Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Nas ruas e igrejas de San Ignacio, na região boliviana de Chiquitania na transição entre o Chaco e a Amazônia, a 200 kms do Brasil, soa um rumoroso desmentido à demagogia comuno-tribalista que eclodiu no Sínodo Pan-amazônico de 2018.

A população toda ela é descendente dos “povos originários” guaranis.

O comuno-tribalismo de missionários adeptos à “teologia da libertação” e ONGs herdeiras do utopismo comunista quereriam jogá-los de volta ao primitivismo precolombino.

Mas o que a população gosta é de Bach, Vivaldi e da música barroca. E a executa com tanta habilidade, bom gosto e paixão que deixou pasmo ao jornalista do “Le Figaro Magazine” de Paris que foi até essa região chaco-amazônica para fazer ampla reportagem. (dezembro de 2019, págs. 67 e ss.)

Félix, de 17 anos, apaixonado pela música barroca, mostrou à jornalista Manon Quérouil-Bruneel, o Stradivarius que ganhou como melhor aluno de orquestra municipal.

E com os olhos brilhando de emoção começou a executar uma fuga de Beethoven que os prédios coloniais da antiga missão jesuítica ecoavam naquela selvática região.

domingo, 19 de janeiro de 2020

Nova era do petróleo cresce, mas alarmismo profetizou que teria acabado. O que há?

Enigma: profecias falham mas "profetas" seguem pregando  que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Enigma: profecias falham, mas "profetas" seguem pregando
que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Luis Dufaur
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Quando jovem morei em Roma. Os imprevistos da vida me faziam passar com frequência diante de certo palazzo romano, não longe do Lungotevere.

Dentre as inúmeras peculiaridades dos palazzi romani, aquele entretanto me intrigava. Sobretudo uma placa junto ao pórtico de entrada. Nela estava escrito: Clube de Roma.

Em alguma parte eu lera que esse Clube anunciou o esgotamento do petróleo para 1980 e pediu com urgência a reformulação mundial do conceito de crescimento para o planeta.

Em verdade, naquela época eu não me preocupava muito se aquilo era uma turma de esquisitos, ou um boato jornalístico ou confusão minha.

Um dia, falando com um professor, comentei a placa, meu desinteresse e contei minha ignorância sobre o tal clube.

domingo, 12 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –2

O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas. Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas.
Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: “Profecias” catastroficamente erradas do “fake apocalipse” verde! –1



8. Peter Gunter, professor da North Texas State University, também escreveu em 1970:
“Os demógrafos concordam quase unanimemente na seguinte lista de acontecimentos: por volta de 1975 se produzirão fomes generalizadas na Índia; elas vão se espalhar por toda a Índia, Paquistão, China, Extremo Oriente e África.

“Pelo ano 2000 ou, como se pode supor, ainda mais cedo, as Américas do Sul e Central lutarão para sobreviver, carentes de víveres.

“Pelo ano 2000, o mundo inteiro, com exceção da Europa Ocidental, América do Norte e Austrália, terá falta do necessário para comer”.

domingo, 5 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –1

O que profetizavam os arautos do catastrofismo no primeiro Earth Day em 1970? Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
O que profetizavam os arautos do catastrofismo
no primeiro Earth Day em 1970?
Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
Luis Dufaur
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Se o caro leitor acreditou nos agouros do “aquecimento global”, no estiolamento do planeta, no derretimento dos polos, na desertificação da Amazônia, no sepultamento pelas águas das grandes cidades costeiras, na incapacidade planetária de acolher uma dantesca superpopulação, na extinção pelo consumo dos últimos recursos alimentares e outros pânicos ambientalistas, em sã lógica deveria achar que não está lendo este post, pois a vida e a civilização na Terra já teriam acabado, de acordo com as mesmas aterradoras profecias.

Também deveria acreditar que o planeta virou um astro morto inabitado e inabitável, ou, na melhor das hipóteses, que os últimos humanos estariam morrendo de fome e sede a um ritmo de 100 ou 200 milhões por ano, numa atmosfera mortalmente poluída e num deserto coberto de cadáveres insepultos numa temperatura global se aproximando à de Vênus, ou tal vez em meio a uma Era Glacial.

Então, o que o prezado leitor está fazendo diante da tela de seu dispositivo eletrônico, após ter comemorado as festas do fim do ano?

A pergunta pode parecer atrevimento da nossa parte, mas de fato não é.

Isso foi escrito, anunciando e profetizado em livros, ensaios, entrevistas de rádio e TV, em datas em que a Internet e as redes sociais pareciam um sonho utópico.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia, diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen: acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.

domingo, 8 de dezembro de 2019

Neo-paganismo com pele ambientalista há anos denunciado na França, hoje triunfa no Vaticano

Embora pareça macumba, não o é.
É o papa Francisco adorando a Pachamama nos jardins do Vaticano.
Revista francesa há anos havia identificado
o paganismo incubado no movimento ecológico.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Há alguns anos, a revista “Nouvelles de France” foi em busca da causa da propaganda que distorce os fatos a respeito do “aquecimento global”.

Ela concentrou a análise na parcialidade de certa mídia obsessivamente voltada contra os cientistas que reagem com seriedade diante da falta de base na realidade da propaganda do “aquecimento global”.

De início, ela descartou aquilo que considerou “teses sempre fáceis demais”, que põem a culpa em lobbies econômicos satanizados ou em algum complô internacional.

Pesquisando a origem do mito aquecimentista, a revista encontrou, no fim dos anos 1960, a motivação ideológica que alimenta essa fantasia.

Ela a achou nos tempos da explosão do movimento hippie, do pacifismo e do esquerdismo cultural alimentado por Moscou contra os países livres e prósperos.

Na revista Science (vol. 155, pág. 1203), já em 1967 se encontra a seguinte frase, de autoria do historiador Lynn White Jr.:
“Nós continuaremos padecendo um agravamento da crise ecológica se não recusamos o axioma cristão segundo o qual a única razão de ser da natureza é servir ao homem”.
Para a publicação francesa, essa afirmação condensa o ponto de partida do ecologismo radical hodierno: a proclamação filosófica de que “o homem não tem direito algum sobre a natureza. Pelo contrário, deve se submeter a ela, e, se não o fizer, a deusa Natureza vingar-se-á, por exemplo com o aquecimento global”.